Mabel (Foto: Divulgação)

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Mabel lança Fomenta Goiânia com promessa de R$ 60 milhões em crédito e juros subsidiados

Mabel lança Fomenta Goiânia com promessa de R$ 60 milhões em crédito e juros subsidiados

Programa mira base dos pequenos negócios e aposta em efeito multiplicador na economia local

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Política

O prefeito Sandro Mabel lançou nesta quarta-feira (29), no Paço Municipal, o Fomenta Goiânia, programa de crédito voltado a micro e pequenos empreendedores. A iniciativa prevê a injeção de R$ 60 milhões na economia ao longo de quatro anos e passa a integrar a estratégia da gestão de estimular o setor de serviços e comércio na capital.

A aposta central do programa está no acesso facilitado ao crédito, com subsídio de juros e fundo garantidor compartilhado entre Prefeitura e Governo de Goiás. “Goiânia precisa andar e o Fomenta Goiânia é mais uma política de desenvolvimento para consolidar nossa cidade como a capital do empreendedorismo”, afirmou Mabel. Segundo ele, a expectativa é de efeito multiplicador. “Cada R$ 1 investido vira R$ 4,60 na ponta”.

O desenho financeiro envolve um aporte estimado de R$ 2 milhões para viabilizar subsídios e garantias, enquanto os recursos para empréstimos serão operados pela GoiásFomento, com o Estado atuando como avalista. A estrutura tenta reduzir o risco das operações e ampliar o alcance do crédito, sobretudo para quem tradicionalmente fica fora do sistema bancário.

Na prática, o programa terá duas frentes. O chamado crédito social atende MEIs, autônomos e pessoas físicas, com valores de até R$ 5 mil e juros zero, voltado à compra de insumos e ferramentas. Já a linha de fomento mira microempresas, com financiamentos entre R$ 5.001 e R$ 21 mil, a uma taxa de 0,80% ao mês, abaixo da média de mercado, para investimentos como reforma, aquisição de equipamentos e formação de estoque.

Os contratos preveem carência de até seis meses e prazo total de até 36 meses para pagamento. A execução ficará sob responsabilidade da Secretaria de Desenvolvimento, Indústria, Comércio, Agricultura e Serviços, que sustenta o programa como instrumento de inclusão produtiva.

O secretário Adonídio Neto argumenta que o foco está em um público que costuma ficar entre dois extremos do sistema. “Estamos olhando para aquele pequeno empreendedor que geralmente é considerado pequeno demais para acessar as melhores linhas de crédito dos grandes bancos e grande demais para depender exclusivamente de políticas de assistência social”, disse. Segundo ele, a falta de capital de giro é um dos principais fatores de mortalidade precoce desses negócios. A operação também terá pontos físicos de atendimento em regiões estratégicas da cidade, como a Região da 44 e a Região Noroeste, além do Paço Municipal.

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Domingos Ketelbey

É repórter, colunista e apresentador. Conecta os bastidores do poder, cultura e cotidiano na cobertura jornalística

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