Equipe do Conselho Tutelar de Goiânia no Hugol durante a ação de acolhimento da criança (Foto: Reprodução)

Equipe do Conselho Tutelar de Goiânia no Hugol durante a ação de acolhimento da criança (Foto: Reprodução)

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Equipe do Conselho Tutelar de Goiânia no Hugol durante a ação de acolhimento da criança (Foto: Reprodução)

Equipe do Conselho Tutelar de Goiânia no Hugol durante a ação de acolhimento da criança (Foto: Reprodução)

Equipe do Conselho Tutelar de Goiânia no Hugol durante a ação de acolhimento da criança (Foto: Reprodução)

Equipe do Conselho Tutelar de Goiânia no Hugol durante a ação de acolhimento da criança (Foto: Reprodução)

Equipe do Conselho Tutelar de Goiânia no Hugol durante a ação de acolhimento da criança (Foto: Reprodução)

Justiça determina acolhimento institucional para bebê que vivia há mais de um ano na UTI do Hugol

Justiça determina acolhimento institucional para bebê que vivia há mais de um ano na UTI do Hugol

Criança será encaminhada a abrigo por decisão da Justiça, que apura negligência dos pais

5 de setembro de 2025 às 11:25

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Especial

O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) determinou, nesta sexta-feira (5), o acolhimento institucional de um bebê de 1 ano e 8 meses que vivia há mais de um ano na UTI cardiopediátrica do Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia. O blog Domingos Ketelbey mostrou com exclusividade que o menino estava clinicamente estável e permanecia internado por ter sido abandonado pela família. Também faltava uma decisão judicial sobre seu destino.

Em nota encaminhada ao blog, o Juizado da Infância e Juventude informou que, foi expedida medida protetiva para garantir o encaminhamento do menino a um abrigo, com atenção às suas necessidades de saúde. Os pais foram citados para prestar esclarecimentos, e o Conselho Tutelar foi designado para acompanhar a criança.

Na manhã desta sexta-feira (5), equipes do Conselho Tutelar e de um abrigo estiveram no Hugol para realizar a retirada da criança, que será acolhida em um espaço adequado, onde poderá receber cuidados e ter acesso ao convívio social próprio da infância.

A Conselheira Tutelar, Vanessa Assis explicou que a situação é complexa e pode inclusive resultar em responsabilização criminal da família.”Os pais podem responder por abandono e negligência”, disse em entrevista à TV Anhanguera.

Segundo ela, o processo agora caminha junto ao Juizado da Infância e Juventude e ao Ministério Público, e a equipe de acolhimento já foi acionada para retirar o bebê do hospital e garantir que seus direitos sejam respeitados fora da unidade.

A decisão põe fim a um impasse de mais de um ano, período em que o bebê viveu em um cercadinho dentro da UTI, privado de estímulos básicos para o desenvolvimento. Profissionais do hospital relatavam preocupação com a ausência de definição judicial e alertavam para o impacto do confinamento no crescimento do menino.

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Domingos Ketelbey

É repórter, colunista e apresentador. Conecta os bastidores do poder, cultura e cotidiano na cobertura jornalística

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Ana Paula Belini

É repórter com vasta experiência em cobertura políticas, documentários e no jornalismo audiovisual.

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