Prefeitura de Aparecida de Goiânia - Pra Frente Aparecida
Prefeitura de Aparecida de Goiânia - Pra Frente Aparecida

Gracinha Caiado, pré-candidata ao Senado (Foto: Divulgação)

Gracinha Caiado, pré-candidata ao Senado (Foto: Divulgação)

Gracinha Caiado, pré-candidata ao Senado (Foto: Divulgação)

Gracinha Caiado, pré-candidata ao Senado (Foto: Divulgação)

Gracinha diz que "não cabe mais discussão" sobre afunilamento da base na disputa ao Senado

Gracinha diz que "não cabe mais discussão" sobre afunilamento da base na disputa ao Senado

Ex-primeira-dama afirma que multiplicidade de nomes já está colocada e que decisão ficará para as urnas

·

Política

A ex-primeira-dama Gracinha Caiado reforçou que defendeu, desde o início das conversas da base governista, que o grupo tivesse apenas dois candidatos ao Senado em Goiás. Em entrevista ao jornalista Domingos Ketelbey, editor do Blog do DK, ela disse que a eleição de 2022 deixou uma lição negativa, mas ponderou que os nomes já estão colocados.

“Eu, no início, disse muitas vezes ao Daniel que nós deveríamos ter dois candidatos, porque o exemplo que nós tivemos da eleição passada foi negativo para todos os candidatos. Mas agora já foi colocado. Acho que não cabe mais essa discussão. Todos são candidatos. Agora chega lá em outubro e vê quem vence essas eleições”, afirmou.

A declaração ocorre em meio ao debate interno sobre a multiplicidade de pré-candidaturas ao Senado dentro da base. Gracinha é pré-candidata à vaga e terá o ex-ministro Alexandre Baldy como primeiro suplente. O movimento foi anunciado após Baldy recuar da disputa e declarar apoio à ex-primeira-dama.

Mesmo com o recuo de Baldy, a base ainda tem outros nomes no tabuleiro, como Vanderlan Cardoso, Zacharias Calil e Gustavo Mendanha. O cenário reacendeu a lembrança de 2022, quando o grupo ligado ao então governador Ronaldo Caiado lançou mais de uma candidatura ao Senado e acabou derrotado por Wilder Morais, do PL.

Gracinha afirmou que sua chapa já está organizada e que a campanha já está rodando Goiás à dentro. “Eu já lancei, já falei dos meus suplentes, que são Alexandre Baldy e Manuel de Castro, o Fião. A chapa está estabilizada, nós vamos trabalhar. Essa semana vamos reunir mais uma vez todo mundo para ir ao interior, trabalhando, pedindo voto, porque não existe campanha ganha. Campanha a gente tem que trabalhar até o último momento”, disse.

A ex-primeira-dama também comentou o anúncio de Gilberto Kassab como vice na chapa presidencial do ex-governador Ronaldo Caiado. Segundo ela, a escolha encerra uma etapa importante do projeto nacional. “Estou muito feliz com o nome de Kassab como vice. É uma pessoa forte, que tem um movimento político muito grande. Acho que estava todo mundo esperando esse momento, de quem ele iria lançar. Agora é botar campanha na rua, propriamente dita, porque a chapa está completa”, afirmou.

Sesc Mesa Brasil - Rede contra a fome e desperdício
To embed a website or widget, add it to the properties panel.

Gracinha disse estar satisfeita com a composição e afirmou que Caiado e Kassab já vinham trabalhando juntos desde o início da construção nacional. “Eles dois têm trabalhado juntos desde o início. Agora é fortalecer cada dia mais essa chapa, Caiado como presidente e Kassab como vice”, disse.

Questionada se a definição nacional também acelera as decisões em Goiás, especialmente sobre a vice de Daniel Vilela, Gracinha afirmou que sim. Segundo ela, Daniel e Caiado devem fechar o nome até as convenções. “Sem dúvida nenhuma. Daniel e Ronaldo já decidiram que, até as convenções, vão escolher quem vai ser o vice. Acho que isso é muito bom”, afirmou.

A ex-primeira-dama avaliou ainda que Daniel herdou um governo organizado e terá uma campanha estadual em ambiente mais tranquilo do que o cenário nacional. Segundo ela, a economia avançou, a segurança melhorou e os programas sociais estão estruturados em Goiás.

Ao comparar o Estado com o país, Gracinha criticou a polarização nacional e disse que o Brasil precisa de “oportunidade, crescimento e progresso”. “O Brasil vive um momento de crise. A única discussão que tem é um lado contra o outro. Essa polarização não leva a lugar nenhum. Não é isso que o Brasil deseja”, afirmou.

Image

Domingos Ketelbey

É repórter, colunista e apresentador. Conecta os bastidores do poder, cultura e cotidiano na cobertura jornalística

Continue a leitura

You can't work for Twitter, Elon Musk is different