Vereador Igor Franco

Vereador Igor Franco (Foto: Guilherme Alves/ Jornal Opção)

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Vereador Igor Franco

Vereador Igor Franco (Foto: Guilherme Alves/ Jornal Opção)

Vereador Igor Franco

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Ex-líder de Mabel justifica ida à oposição e pedido de impeachment: “Casamentos acabam”

Ex-líder de Mabel justifica ida à oposição e pedido de impeachment: “Casamentos acabam”

Igor Franco diz que rompeu por divergência de princípios, fala em “desmonte” da gestão e aposta que base será testada na votação da taxa do lixo

25 de fevereiro de 2026 às 16:06

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Política

Foi com uma analogia matrimonial que o ex-líder do prefeito Sandro Mabel (UB), vereador Igor Franco (MDB), reagiu ao ser questionado sobre a mudança de postura. Da liderança do governo e integrante da base de sustentação do Executivo, ele passou à oposição e protocolou um pedido de impeachment contra o chefe do Paço.

“Casamentos existem, eles acontecem, têm separação. Quando a gente vê que a coisa está fora do rumo necessário, a gente tem que tomar medidas legais”, justificou ao Blog do DK.

Igor afirmou que o rompimento foi motivado por divergências de princípios e pela condução administrativa da gestão. “Quando tem uma orientação que diverge daquilo que eu acredito, eu sempre vou ficar com os meus princípios. Estou na política cumprindo uma missão e respeitando 8.057 votos de confiança”, declarou.

O vereador acusou a administração de promover um desmonte estrutural e falou em irregularidades. “Hoje nós temos em Goiânia superfaturamento em todas as áreas. O prefeito quer vender o IMAS, quer vender a Comurg, quer vender a saúde, quer vender a educação”, disse. Segundo ele, o pedido foi protocolado com “fundamento técnico” e agora depende de análise da Câmara.

Ao comentar a avaliação do atual líder do governo, Wellington Bessa (DC), de que a base teria cerca de 25 vereadores e que o impeachment não deve prosperar, Igor relativizou o número. “O que define base é voto. Vamos avaliar isso na votação da derrubada do veto da taxa do lixo”, afirmou.

Para o emedebista, a análise do veto do prefeito ao projeto que revoga a cobrança da taxa do lixo será o primeiro teste efetivo da coesão da base governista neste início de ano legislativo. “É na hora do voto que define”, reforçou.

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Domingos Ketelbey

É repórter, colunista e apresentador. Conecta os bastidores do poder, cultura e cotidiano na cobertura jornalística

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