Entidades empresariais e representantes da sociedade civil divulgaram manifestos cobrando apuração e transparência diante da crise envolvendo o STF.(Foto: Agência Brasil)

Entidades empresariais e representantes da sociedade civil divulgaram manifestos cobrando apuração e transparência diante da crise envolvendo o STF.(Foto: Agência Brasil)

Entidades empresariais e representantes da sociedade civil divulgaram manifestos cobrando apuração e transparência diante da crise envolvendo o STF.(Foto: Agência Brasil)

Entidades empresariais e representantes da sociedade civil divulgaram manifestos cobrando apuração e transparência diante da crise envolvendo o STF.(Foto: Agência Brasil)

Entidades empresariais cobram apuração de fatos envolvendo o STF e o caso Master

Entidades empresariais cobram apuração de fatos envolvendo o STF e o caso Master

: Manifestos defendem análise pública pelo plenário do Supremo, padrões éticos para autoridades e investigação rigorosa de suspeitas reveladas no caso Banco Master

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Política

Entidades empresariais e representantes da sociedade civil divulgaram manifestos para cobrar apuração dos fatos relacionados à crise que envolve o Supremo Tribunal Federal e o caso Banco Master. Os documentos defendem uma resposta pública e urgente das instituições, além da adoção de padrões de ética e transparência para autoridades.

Um dos textos reúne entidades como a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, a Confederação Nacional da Indústria, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, a Confederação Nacional do Comércio, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo.

O movimento ganhou força após a divulgação de mensagens atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro e ao ministro Alexandre de Moraes. Os desdobramentos também alcançaram a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República, ampliando a pressão por esclarecimentos institucionais.

Documento pede análise pública pelo plenário

No manifesto, os signatários classificam o cenário como uma crise institucional grave e defendem que o plenário do STF examine os fatos em sessão pública. O documento também cobra que a análise ocorra com urgência e sem corporativismo.

O texto sustenta que a confiança no sistema de Justiça depende da investigação transparente das suspeitas e do tratamento institucional dos fatos. Também propõe o afastamento cautelar de autoridades que venham a ser formalmente investigadas e a criação de códigos de conduta para agentes públicos.

Além das entidades, outro documento recebeu assinaturas de empresários, economistas, acadêmicos e ex-integrantes da administração pública. Entre os nomes divulgados estão Luiza Helena Trajano e Frederico Trajano, do Magazine Luiza; Guilherme Leal e Pedro Luiz Passos, ligados à Natura; o empresário Jayme Garfinkel; os ex-presidentes do Banco Central Armínio Fraga e Gustavo Franco; e os ex-presidentes do BNDES Maria Silvia Bastos Marques e Persio Arida.

Carta relaciona confiança institucional e economia

A Câmara de Comércio Internacional no Brasil, a ICC Brasil, também divulgou uma carta aberta intitulada “Integridade, Governança e Transparência: Pilares Inegociáveis para o Brasil”. A entidade defendeu que os fatos tornados públicos sejam apurados com rigor e imparcialidade pelos canais competentes.

A carta não menciona nominalmente um órgão ou uma autoridade, mas afirma que instituições de Estado e empresas privadas devem seguir elevados padrões de conduta. Segundo a ICC Brasil, falhas de governança podem afetar a segurança jurídica, a previsibilidade, a competitividade do país e a atração de investimentos.

A entidade esclareceu que o documento expressa uma posição institucional da ICC Brasil, e não uma manifestação individual das empresas associadas. A organização reúne companhias, bancos e escritórios de advocacia que atuam no país.

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Karla Alves

É jornalista e assessora de comunicação. Há mais de 15 anos, atua na imprensa goiana e aproxima informação, pessoas e organizações.

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