Rogério Marinho e Tereza Cristina mantêm articulações próprias para eleição da presidência da Casa marcada para fevereiro
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Política
A oposição no Senado não conseguiu chegar a um acordo para lançar um único candidato contra Davi Alcolumbre (União Brasil) na disputa pela presidência da Casa.
Com o impasse, Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS) mantêm, por enquanto, suas pré-candidaturas para a eleição prevista para 1º de fevereiro. A informação foi publicada pelo Jornal Opção com base em apuração da CNN Brasil.
Reunião terminou sem acordo
Marinho e Tereza Cristina se reuniram na semana passada para discutir a possibilidade de uma candidatura única, mas não houve consenso.
O líder da oposição pretende oficializar sua candidatura nesta quarta-feira (4).
Tereza Cristina, por sua vez, busca ampliar o apoio entre parlamentares de diferentes grupos políticos, incluindo integrantes do Centrão e senadores ligados ao governo federal.
STF é ponto de divergência
Uma das diferenças entre os dois nomes está na forma de conduzir a relação do Senado com o Supremo Tribunal Federal.
Tereza Cristina defende que eventuais pedidos de impeachment de ministros sejam analisados, mas entende que o tema não deve se transformar na principal agenda da Casa.
Rogério Marinho e aliados defendem postura mais incisiva sobre o assunto.
Disputa segue aberta
Aliados de Tereza Cristina afirmam que nenhum dos principais candidatos teria, neste momento, os 41 votos necessários para vencer a eleição.
As estimativas, porém, são cálculos políticos das campanhas e não representam votos oficialmente declarados.
Por enquanto, Marinho não sinalizou disposição para retirar o próprio nome da disputa.

Karla Alves
É jornalista e assessora de comunicação. Há mais de 15 anos, atua na imprensa goiana e aproxima informação, pessoas e organizações.
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