Ministério da Saúde formalizou novo pedido para incorporar canetas emagrecedoras ao SUS. (

Ministério da Saúde formalizou novo pedido para incorporar canetas emagrecedoras ao SUS. (

Ministério da Saúde formalizou novo pedido para incorporar canetas emagrecedoras ao SUS. (

Ministério da Saúde formalizou novo pedido para incorporar canetas emagrecedoras ao SUS. (

Ministério pede à Conitec inclusão de canetas emagrecedoras no SUS

Ministério pede à Conitec inclusão de canetas emagrecedoras no SUS

Governo afirma que queda de 70% nos preços mudou cenário que havia levado comissão a rejeitar incorporação dos medicamentos

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O Ministério da Saúde protocolou na quinta-feira (24) um pedido para que medicamentos da classe GLP-1, conhecidos como canetas emagrecedoras, sejam incorporados ao Sistema Único de Saúde (SUS).

A solicitação foi encaminhada à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), responsável por avaliar a entrada de novos medicamentos, procedimentos e tecnologias na rede pública.

O movimento representa uma nova etapa da discussão sobre a oferta das canetas pelo SUS. Em agosto, a Conitec havia rejeitado a incorporação desse tipo de medicamento devido ao impacto financeiro estimado para o sistema.

Agora, o Ministério da Saúde sustenta que o cenário mudou com a entrada de novos produtos no mercado e a redução dos preços.

Preços caíram 70%, diz ministério

Segundo a pasta, o custo das canetas emagrecedoras caiu cerca de 70% no Brasil em menos de um ano. Atualmente, 25 produtos do tipo possuem registro no país, sendo 14 deles registrados somente em 2026.

O ministério relaciona a queda dos preços ao aumento da concorrência, à entrada de medicamentos genéricos e à produção nacional.

A obesidade também é apontada como justificativa para a nova avaliação. Dados citados pela pasta indicam que a proporção de pacientes com obesidade passou de 11,8%, em 2006, para 25,7% em 2024.

Caso a incorporação seja aprovada, o acesso não deverá ser irrestrito. O governo informou que serão estabelecidos critérios clínicos para definir quais pacientes poderão receber o tratamento.

A prioridade deverá considerar casos em que o controle da obesidade possa reduzir complicações de saúde ou evitar procedimentos de maior complexidade.

A Conitec ainda deverá analisar a solicitação e emitir recomendação sobre a incorporação dos medicamentos.

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Karla Alves

É jornalista e assessora de comunicação. Há mais de 15 anos, atua na imprensa goiana e aproxima informação, pessoas e organizações.

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