Daniel Vilela

Daniel Vilela fala sobre vice em coletiva à jornalistas (Foto: Divulgação)

Daniel Vilela

Daniel Vilela fala sobre vice em coletiva à jornalistas (Foto: Divulgação)

Daniel Vilela

Daniel Vilela fala sobre vice em coletiva à jornalistas (Foto: Divulgação)

Daniel Vilela

Daniel Vilela fala sobre vice em coletiva à jornalistas (Foto: Divulgação)

Daniel reforça que definição do vice fica para depois

Daniel reforça que definição do vice fica para depois

Às vésperas de assumir o governo, emedebista reforça que não é o momento para qualquer definição

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Política

Às vésperas de assumir o Palácio das Esmeraldas, o vice-governador Daniel Vilela (MDB) afirmou na manhã desta quinta-feira (26), que a definição do nome que o acompanhará como vice ficará para depois. A declaração foi dada em entrevista coletiva antes de uma cavalgada do 3º Encontro de Comitivas de Goiás, em Goiânia.

Questionado sobre a composição da chapa, Daniel repetiu que a prioridade, neste estágio, está nas filiações e na montagem das chapas proporcionais. “Nós já falamos que é uma decisão mais à frente, que não é nesse momento”, afirmou.

Daniel reforça o que Caiado já havia dito: a escolha ficará para outro momento, provavelmente mais próximo das convenções partidárias, que começam em junho e vão até agosto, e passará por negociações com lideranças e partidos de toda a base aliada.

A insistência sobre nomes levou a uma sinalização indireta, após questionamento do repórter Gabriel Naves, de O Popular. Ao comentar o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha (PSD), Daniel fez um elogio que, no contexto, pesa. “O Gustavo é um craque, isso aí é indiscutível, agrega muito”, disse. Mendanha acompanhava a coletiva.

O leque, porém, segue aberto. Nos bastidores, também são citados o ex-senador Luiz do Carmo (Podemos), com trânsito no meio religioso e ligação com a Assembleia de Deus por meio do irmão, o bispo Oídes do Carmo, e o presidente da Faeg, José Mário Schreiner (PSD), que deve se desincompatibilizar para ficar à disposição do grupo governista.

Outro nome ventilado é o do secretário-geral de Governo, Adriano Rocha Lima, que também deve deixar o cargo. A avaliação interna, no entanto, é que sua candidatura perdeu força diante da pressão de aliados por um perfil mais político para a vaga. É nesse contexto que Mendanha passa a ganhar força.

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Domingos Ketelbey

É repórter, colunista e apresentador. Conecta os bastidores do poder, cultura e cotidiano na cobertura jornalística

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