Projeto de Sandro Mabel prevê utilização de imóveis públicos em fundos de investimento imobiliário. Foto: Alex Malheiros/Prefeitura de Goiânia

Projeto de Sandro Mabel prevê utilização de imóveis públicos em fundos de investimento imobiliário. Foto: Alex Malheiros/Prefeitura de Goiânia

Projeto de Sandro Mabel prevê utilização de imóveis públicos em fundos de investimento imobiliário. Foto: Alex Malheiros/Prefeitura de Goiânia

Projeto de Sandro Mabel prevê utilização de imóveis públicos em fundos de investimento imobiliário. Foto: Alex Malheiros/Prefeitura de Goiânia

Procuradoria da Câmara recomenda devolução de projeto de Mabel sobre imóveis públicos

Procuradoria da Câmara recomenda devolução de projeto de Mabel sobre imóveis públicos

Órgão questiona ausência de lista dos bens que poderiam integrar fundos imobiliários e cobra informações sobre valores, destinação e impactos da proposta

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Política

A Procuradoria-Geral da Câmara de Goiânia deve recomendar a rejeição e a devolução à Prefeitura do projeto que autoriza o município a utilizar imóveis públicos na criação de Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs).

A principal crítica é a ausência de uma relação detalhada dos imóveis que poderiam ser incluídos nos fundos.

Segundo o procurador-geral da Câmara, Kowalsky Ribeiro, faltam informações sobre quais bens serão atingidos, quanto eles valem, para que são utilizados atualmente e quais seriam os impactos urbanísticos e sociais de uma eventual transferência.

Projeto prevê exploração econômica

A proposta encaminhada pelo prefeito Sandro Mabel (União Brasil) permite que imóveis classificados como bens dominicais, aqueles sem destinação específica para a prestação de um serviço público, sejam incorporados a fundos imobiliários.

Em troca dos imóveis, o município receberia cotas dos fundos e permaneceria como controlador majoritário.

A Prefeitura sustenta que o modelo pode diminuir custos com imóveis ociosos, valorizar o patrimônio público e gerar novas receitas para Goiânia.

Procuradoria vê risco

Kowalsky argumenta que a autorização, sem uma relação prévia dos imóveis, seria ampla demais.

Na Câmara, vereadores também têm questionado a falta de informações detalhadas sobre os bens que poderiam ser transferidos.

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Domingos Ketelbey

É repórter, colunista e apresentador. Conecta os bastidores do poder, cultura e cotidiano na cobertura jornalística.

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