Operação para retirada da gameleira no Setor Campinas foi interrompida após equipamento registrar ventos de até 58 km/h. (Foto: Prefeitura de Goiânia)

Operação para retirada da gameleira no Setor Campinas foi interrompida após equipamento registrar ventos de até 58 km/h. (Foto: Prefeitura de Goiânia)

Operação para retirada da gameleira no Setor Campinas foi interrompida após equipamento registrar ventos de até 58 km/h. (Foto: Prefeitura de Goiânia)

Operação para retirada da gameleira no Setor Campinas foi interrompida após equipamento registrar ventos de até 58 km/h. (Foto: Prefeitura de Goiânia)

Comurg retoma retirada de gameleira em Campinas após ventos de até 58 km/h

Comurg retoma retirada de gameleira em Campinas após ventos de até 58 km/h

Operação havia sido suspensa por segurança; ruas continuam interditadas e quatro linhas de ônibus seguem com desvios

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Cidades

A Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) retomou nesta sexta-feira (6) a operação para retirada da gameleira localizada na Rua José Hermano, no Setor Campinas.

Os trabalhos foram suspensos na tarde de quinta-feira depois que o equipamento utilizado na operação registrou rajadas de vento de até 58 km/h, acima do limite considerado seguro para o funcionamento do guindaste.

Operação depende do clima

A previsão é de que as equipes trabalhem das 7h às 22h, desde que não haja chuva ou condições meteorológicas que impeçam a utilização dos equipamentos.

Antes da paralisação, a Comurg havia conseguido retirar grande parte da copa da árvore.

A substituição deve levar cerca de dez dias, mas o prazo pode ser alterado conforme as condições do tempo.

Ruas seguem bloqueadas

Os bloqueios permanecem nas ruas José Hermano e Santa Bárbara, nas proximidades da árvore.

Também continuam os desvios das linhas de ônibus 168, 174, 176 e 315.

A operação mobiliza equipes da Comurg e é acompanhada por órgãos municipais.

Árvore será substituída

A gameleira está saudável, mas avaliações técnicas apontaram que as raízes comprometem a calçada e provocam danos em estruturas próximas.

Um laudo solicitado pelo Ministério Público de Goiás concluiu que podas e adaptações no passeio não seriam suficientes para solucionar os problemas.

Após a retirada, a Prefeitura prevê o plantio de uma escumilha-africana no local.

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Karla Alves

É jornalista e assessora de comunicação. Há mais de 15 anos, atua na imprensa goiana e aproxima informação, pessoas e organizações.

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