Justiça Eleitoral recomenda anotação em papel para os seis votos do primeiro turno; ordem começa por deputado federal e termina com presidente
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Quem pretende usar uma ajuda para lembrar os números dos candidatos nas Eleições 2026 pode levar uma “colinha” de papel para a cabine de votação. A Justiça Eleitoral incentiva a prática como forma de facilitar a digitação e reduzir o tempo de permanência diante da urna eletrônica.
O celular, porém, não poderá acompanhar o eleitor até a cabine. A restrição busca preservar o sigilo do voto e impede o uso do aparelho para fotografar ou registrar a votação.
Seis votos no primeiro turno
No dia 4 de outubro, o eleitor deverá escolher representantes para seis cargos. A votação seguirá esta ordem:
deputado federal – quatro dígitos;
deputado estadual ou distrital – cinco dígitos;
senador, primeira vaga – três dígitos;
senador, segunda vaga – três dígitos;
governador – dois dígitos;
presidente da República – dois dígitos.
A colinha pode ser preparada em casa e levada impressa ou escrita à mão.
TRE também recomenda treino
Para quem ainda tem dúvidas sobre a sequência, o Tribunal Superior Eleitoral disponibiliza um simulador virtual da urna, com candidaturas fictícias, para treinamento antes do dia da eleição.
O e-Título também poderá ser utilizado como documento de identificação por eleitores que tenham fotografia disponível no aplicativo. A Justiça Eleitoral recomenda que a atualização seja feita com antecedência.

Karla Alves
É jornalista e assessora de comunicação. Há mais de 15 anos, atua na imprensa goiana e aproxima informação, pessoas e organizações.
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