Cabo Senna é o autor do requerimento que abre caminho para criação da LimpaGyn (Foto: Gustavo Mendes)

Cabo Senna é o autor do requerimento que abre caminho para criação da LimpaGyn (Foto: Gustavo Mendes)

Cabo Senna é o autor do requerimento que abre caminho para criação da LimpaGyn (Foto: Gustavo Mendes)

Cabo Senna é o autor do requerimento que abre caminho para criação da LimpaGyn (Foto: Gustavo Mendes)

Cabo Senna é o autor do requerimento que abre caminho para criação da LimpaGyn (Foto: Gustavo Mendes)

Cabo Senna é o autor do requerimento que abre caminho para criação da LimpaGyn (Foto: Gustavo Mendes)

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Cabo Senna é o autor do requerimento que abre caminho para criação da LimpaGyn (Foto: Gustavo Mendes)

CEI da Limpa Gyn avança expõe racha na base de Mabel

CEI da Limpa Gyn avança expõe racha na base de Mabel

Requerimento foi lido com 16 assinaturas de parlamentares governistas

12 de agosto de 2025 às 15:30

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Política

Nem a pressão do Paço Municipal nem as investidas do prefeito Sandro Mabel (União Brasil) foram suficientes para barrar a abertura da Comissão Especial de Inquérito (CEI) que vai investigar o contrato com o Consórcio Limpa Gyn, responsável por parte da limpeza urbana de Goiânia. O requerimento foi lido no plenário nesta terça-feira (12), com 16 assinaturas, três a mais que o mínimo exigido, e expôs o desconforto dentro da própria base aliada.

Entre os signatários estão o líder do governo na Câmara, Igor Franco (MDB), e o vereador Pedro Azulão Jr. (MDB), que foi à tribuna justificar a adesão. “Eu sou da base de apoio do prefeito, eu quero contribuir com a Prefeitura. Eu ando na periferia, ando na feira do meu bairro, e sou cobrado, eu preciso dar uma satisfação [aos moradores]”, disse. O discurso deixa claro que, mesmo aliados, alguns parlamentares não estão dispostos a carregar sozinhos o desgaste com a população pela sujeira nas ruas.

Autor do pedido, o vereador Cabo Senna (PRD) não poupou críticas. “A cidade está suja. A abertura desta CEI, com certeza, trará um resultado muito positivo para a cidade”, afirmou. Já o primeiro-secretário da Casa, Anselmo Pereira (MDB), apontou outro problema: a sobreposição de atribuições entre a Limpa Gyn, a Comurg e a Amma, que, segundo ele, precisam ter funções bem definidas para evitar o serviço malfeito.

Com a leitura do requerimento, começa a contagem para que os partidos indiquem os sete integrantes da comissão. A CEI terá poder para convocar depoimentos, requisitar documentos e abrir as planilhas do contrato que, desde o início, é alvo de críticas. O movimento no plenário expõe o que Mabel mais queria evitar neste início de gestão: uma investigação formal conduzida por vereadores que, até pouco tempo, eram considerados soldados fiéis do governo. 



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Domingos Ketelbey

É repórter, colunista e apresentador. Conecta os bastidores do poder, cultura e cotidiano na cobertura jornalística

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