Donald Trump citou PCC e Comando Vermelho em documento anual enviado ao Congresso dos Estados Unidos. Foto: Joyce N. Boghosian/Casa Branca

Donald Trump citou PCC e Comando Vermelho em documento anual enviado ao Congresso dos Estados Unidos. Foto: Joyce N. Boghosian/Casa Branca

Donald Trump citou PCC e Comando Vermelho em documento anual enviado ao Congresso dos Estados Unidos. Foto: Joyce N. Boghosian/Casa Branca

Donald Trump citou PCC e Comando Vermelho em documento anual enviado ao Congresso dos Estados Unidos. Foto: Joyce N. Boghosian/Casa Branca

Trump cita PCC e Comando Vermelho e critica atuação do Brasil; governo rebate

Trump cita PCC e Comando Vermelho e critica atuação do Brasil; governo rebate

Presidente dos EUA fez avaliação em documento enviado ao Congresso americano; Ministério da Justiça contestou afirmações sobre combate ao crime organizado

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Política

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou a atuação do governo brasileiro contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) em documento enviado ao Congresso americano.

Na avaliação apresentada pelo presidente americano, o Brasil não teria conseguido enfrentar adequadamente as duas organizações, que os Estados Unidos passaram a classificar como Organizações Terroristas Estrangeiras neste ano. A afirmação representa a posição do governo Trump e foi contestada pelo governo brasileiro.

Brasil não está em lista de países considerados inadimplentes

Apesar das críticas, o documento não incluiu o Brasil na relação de países que, segundo os Estados Unidos, teriam “falhado de maneira demonstrável” no cumprimento de obrigações internacionais contra as drogas.

Afeganistão, Bolívia, Birmânia, Colômbia e Venezuela foram incluídos nessa categoria.

O Brasil também não integra a lista americana dos principais países de trânsito ou produção de drogas ilícitas.

Governo brasileiro rebate

O Ministério da Justiça e Segurança Pública afirmou que a avaliação americana desconsidera medidas recentes tomadas pelo país no combate às organizações criminosas.

A pasta citou, entre outras ações, a Lei Antifacção, sancionada em março, e defendeu cooperação internacional com respeito à soberania brasileira.

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Karla Alves

É jornalista e assessora de comunicação. Há mais de 15 anos, atua na imprensa goiana e aproxima informação, pessoas e organizações.

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