Petróleo Brent voltou a se aproximar de US$ 100 por barril diante da escalada dos conflitos no Oriente Médio. (Foto: Agência Brasil))

Petróleo Brent voltou a se aproximar de US$ 100 por barril diante da escalada dos conflitos no Oriente Médio. (Foto: Agência Brasil))

Petróleo Brent voltou a se aproximar de US$ 100 por barril diante da escalada dos conflitos no Oriente Médio. (Foto: Agência Brasil))

Petróleo Brent voltou a se aproximar de US$ 100 por barril diante da escalada dos conflitos no Oriente Médio. (Foto: Agência Brasil))

Petróleo se aproxima de US$ 100 com novos ataques no Oriente Médio

Petróleo se aproxima de US$ 100 com novos ataques no Oriente Médio

Brent alcançou maior nível em seis semanas após ataques a instalações de energia da Arábia Saudita e agravamento do conflito envolvendo Estados Unidos e Irã

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Economia

O petróleo voltou a se aproximar da marca de US$ 100 por barril nesta terça-feira (8), pressionado pelo agravamento dos conflitos no Oriente Médio e por novos ataques contra instalações de energia na Arábia Saudita.

O Brent, referência internacional, chegou à faixa de US$ 99 durante as negociações desta manhã, atingindo o maior patamar em aproximadamente seis semanas.

O movimento ocorre após ataques de mísseis e drones atribuídos aos houthis, grupo do Iêmen apoiado pelo Irã, contra instalações sauditas de energia. Entre os locais atingidos está o complexo de Jazan, ligado à Saudi Aramco.

A escalada se soma ao conflito entre Estados Unidos e Irã e às dificuldades de circulação pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas para o transporte mundial de petróleo.

Oferta caiu no Oriente Médio

Os embarques dos produtores do Oriente Médio estão atualmente próximos de 11 milhões de barris por dia, segundo dados da Argus citados pela Reuters. Antes do início da guerra envolvendo o Irã, o volume chegava a aproximadamente 18 milhões.

Apesar dessa redução, alguns fatores ainda impedem que o petróleo ultrapasse de forma consistente os US$ 100.

Países produtores estão utilizando rotas alternativas, enquanto Estados Unidos, Canadá e Guiana aumentaram a produção. A redução do crescimento da demanda chinesa e os estoques acumulados pela China também ajudam a limitar a alta.

A Opep+ decidiu manter a atual política de produção para outubro, enquanto acompanha os efeitos do conflito sobre o abastecimento internacional.

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Karla Alves

É jornalista e assessora de comunicação. Há mais de 15 anos, atua na imprensa goiana e aproxima informação, pessoas e organizações.

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