Moradores do Condomínio Rio Branco aguardam há décadas pela conclusão da regularização dos imóveis. (Foto: Divulgação/ Aparecida de Goiânia)

Moradores do Condomínio Rio Branco aguardam há décadas pela conclusão da regularização dos imóveis. (Foto: Divulgação/ Aparecida de Goiânia)

Moradores do Condomínio Rio Branco aguardam há décadas pela conclusão da regularização dos imóveis. (Foto: Divulgação/ Aparecida de Goiânia)

Moradores do Condomínio Rio Branco aguardam há décadas pela conclusão da regularização dos imóveis. (Foto: Divulgação/ Aparecida de Goiânia)

Mabel autoriza regularização de 481 imóveis no Condomínio Rio Branco

Mabel autoriza regularização de 481 imóveis no Condomínio Rio Branco

Moradores da região Oeste de Goiânia aguardam há décadas a conclusão do processo para obter a escritura definitiva dos imóveis

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Cidades

O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (União Brasil), autorizou o avanço do processo de regularização fundiária de 481 imóveis do Condomínio Rio Branco, na região Oeste da capital.

A medida busca encerrar um impasse que se arrasta há décadas e permitirá o avanço dos procedimentos necessários para que as famílias consigam obter a documentação definitiva das propriedades.

O loteamento foi criado na década de 1970 e os moradores enfrentam dificuldades históricas para conseguir as escrituras, mesmo após diferentes etapas administrativas e judiciais de regularização.

Regularização se arrasta há décadas

O Condomínio Rio Branco já foi alvo de diferentes medidas da Prefeitura de Goiânia ao longo dos anos.

Em 2014, um decreto municipal aprovou o projeto de regularização fundiária da área, localizada em parte da Fazenda São José. O documento tratava de uma área superior a 280 mil metros quadrados.

Apesar disso, a emissão definitiva das escrituras continuou enfrentando entraves.

Em 2023, uma audiência pública realizada na Câmara de Goiânia voltou a discutir a situação das 481 famílias e a necessidade de concluir o registro dos lotes em cartório.

Justiça já havia determinado regularização

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O caso também chegou ao Tribunal de Justiça de Goiás.

Em decisão anterior, a Justiça determinou que o município adotasse medidas para regularizar o loteamento, incluindo levantamento topográfico, adequações urbanísticas e providências relacionadas ao registro da área.

A ação havia sido proposta pelo Ministério Público de Goiás diante das irregularidades existentes no loteamento.

Moradores cobram escrituras

Ao longo dos últimos anos, moradores relataram que adquiriram e quitaram os terrenos, mas continuaram sem acesso à documentação definitiva.

A falta da escritura gera insegurança jurídica e limita procedimentos como venda, financiamento, inventário e transferência formal dos imóveis.

Em audiências anteriores, representantes das famílias também reclamaram de entraves relacionados à antiga imobiliária responsável pela área e à necessidade de autorizações para conclusão dos registros.

Prefeitura tenta concluir processo

Com a nova autorização, a gestão municipal pretende avançar nas etapas administrativas necessárias para destravar definitivamente a regularização.

A medida beneficia diretamente os 481 imóveis do condomínio e retoma uma demanda que atravessou diferentes administrações municipais.

A expectativa agora é que os moradores consigam avançar para a etapa final de registro e obtenção das escrituras.

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Karla Alves

É jornalista e assessora de comunicação. Há mais de 15 anos, atua na imprensa goiana e aproxima informação, pessoas e organizações.

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